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	<title>Far beyond Sanity &#187; Guerras</title>
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		<title>Far beyond Sanity &#187; Guerras</title>
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		<title>SIGINT e COMSEC &#8211; Protegendo as comunicações</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 18:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jake Dust</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SIGINT, abreviatura de signals intelligence, é o termo inglês usado para descrever a atividade de coleta de informações ou inteligência através da interceptação de sinais de comunicações entre pessoas ou máquinas. [Wikipédia]
Seguindo os moldes do artigo sobre OSINT, uma pequena introdução sobre outra modalidade de inteligência, a SIGINT. Para os que não conhecem o conceito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=819&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>SIGINT, abreviatura de </em><em>signals intelligence, é o termo inglês usado para descrever a atividade de coleta de informações ou inteligência através da <a class="new" title="Interceptação de sinais (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Intercepta%C3%A7%C3%A3o_de_sinais&amp;action=edit&amp;redlink=1">interceptação de sinais</a> de comunicações entre pessoas ou máquinas. [<a title="SIGINT" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SIGINT" target="_blank">Wikipédia</a>]</em></p></blockquote>
<p>Seguindo os moldes do artigo sobre <a title="OSINT - Inteligência aberta" href="http://tecbelico.wordpress.com/2008/12/20/osint-inteligencia-aberta/" target="_blank"><em>OSINT</em></a>, uma pequena introdução sobre outra modalidade de inteligência, a <em>SIGINT</em>. Para os que não conhecem o conceito de inteligência, é recomendada a leitura do artigo citado acima.</p>
<h3>Um pequeno histórico</h3>
<p>Talvez um dos exemplos mais famosos de <em>SIGINT</em> seja o Projeto Venona, mesmo tendo sido um segredo completo. Antes de sua exposição no livro <em>Spycatcher</em>, do ex-oficial de inteligência britânico Peter Wright, sua existência era conhecida apenas por um grupo extremamente minoritário, sendo que nem que o presidente americano Harry Truman (1945–1953) sabia diretamente o que estava acontecendo. Sua importância não foi pequena: Foi ele que possibilitou a descoberta de um dos membos do grupo <em>Cambridge Five</em>[1], Donald Maclean.</p>
<p>Um outro caso menos conhecido ocorreu durante a Guerra das Falklands/Malvinas, com os esforços conjuntos britânicos e americanos. Segundo o diário de um oficial britânico no submarino nuclear <em>HMS Conqueror</em>, a interceptação das comunicações argentinas foi &#8220;impressionante, de fato e sem ela nós nunca poderíamos ter feito o que fizemos. Nós conseguimos interceptar boa parte, se não foram todas as transmissões do inimigo.&#8221; Segundo Ed Ketter, o valor dessas interceptações era tão alto que compensava mais não bombardear o quartel-general argentino para não perder essa fonte.</p>
<h3>COMSEC</h3>
<p><em>COMSEC</em>, ou <em>communications security</em> (segurança de comunicações) são as medidas tomadas para garantir a autenticidade das comunicações e evitar que elas sejam disponibilizadas para pessoas não-autorizadas. É visível a necessidade de <em>COMSEC</em> não só em meios militares, como também nas relações interpessoais, como mostra o princípio constitucional da inviolabilidade do sigilo postal, embora com salvaguardas para proteger o Estado:</p>
<blockquote><p><em>XII &#8211; é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal; [<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm">Constituição da República Federativa do Brasil</a>]</em></p></blockquote>
<p>O desenvolvimento da idéia de <em>COMSEC</em> começou realmente a partir da Segunda Guerra Mundial, quando foi descoberto em um laboratório da companhia americana <em>Bell</em>, quando um pesquisador notou que  cada vez que a máquina de teletipo (um equipamento parecido com uma máquina de escrever, mas com funcionamento eletroeletrônico) era usada, apareciam interferências em um osciloscópio distante. O real problema era o fato de que esta máquina era utilizada para criptografar mensagens, e somente com estas interferências era possível interceptar todo o texto da mensagem sem criptografia.</p>
<p>A partir desta data, uma séria pesquisa para descobrir os motivos desta interceptação e como seria possível bloqueá-la. Em cerca de seis meses, a <em>Bell</em> determinou três principais precauções:</p>
<ol>
<li>Blindagem eletromagnética, para evitar irradiações;</li>
<li>Filtragem de sinais transmitidos;</li>
<li>Mascarar os sinais.</li>
</ol>
<p>Porém, as medidas necessárias para proteção praticamente inviabilizavam o uso dos teletipos em campo, o que levou a medidas mais diretas, como controlar e vigiar a zona a cerca de 30 metros dos aparelhos.</p>
<p>Após a guerra, boa parte dessa pesquisa foi abandonada e perdida, só voltando na década de 50, dessa vez sob as rédeas da <em>NSA</em> (<em>National Security Agency</em>, Agência de Segurança Nacional), agência americana especialista em <em>SIGINT</em>.</p>
<p>Hoje em dia, <em>COMSEC</em> é uma preocupação exclusivamente militar, mesmo tendo profundas implicações na vida privada. Segundo Martin Vuagnoux e Sylvain Pasini, dois pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Lausanne, é possível capturar todos os dados digitados em teclados normais de computador com equipamento específico. Um maior desenvolvimento e redução de custos nesta área traz consequências fortíssimas, como a possibilidade de capturar senhas em caixas eletrônicos. Desconsiderar estes fatores hoje em dia é simplesmente negar toda a idéia de segurança e privacidade.</p>
<p><em>[1]</em> &#8211; <em>Cambridge Five</em> foi um grupo de espiões soviéticos no Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e o início da década de 50.</p>
<p>Bibliografia e referências:<br />
Markus G. Kuhn e Ross J. Anderson: Soft Tempest: Hidden Data Transmission Using Electromagnetic Emanations<br />
NSA: A History of U.S. Communications Security (Volumes I and II); the David G. Boak Lectures, National Security Agency, 1973<br />
NSA: TEMPEST: A Signal Problem</p>
<br />Publicado emGeek stuff, Geral, Guerras, inteligência, Jake Dust, Tecnologia Tagged: COMSEC, inteligência, NSA, segurança, SIGINT <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/819/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/819/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/819/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/819/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/819/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/819/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/819/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/819/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/819/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/819/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=819&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>OSINT &#8211; Inteligência Aberta</title>
		<link>http://tecbelico.wordpress.com/2008/12/20/osint-inteligencia-aberta/</link>
		<comments>http://tecbelico.wordpress.com/2008/12/20/osint-inteligencia-aberta/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 00:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jake Dust</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OSINT, sigla para Open source intelligence, é o termo usado, principalmente em inglês, para descrever a inteligência, no sentido de informações, como em serviço de inteligência, obtida através dados disponíveis para o público em geral, como jornais, revistas científicas e emissões de TV. [Wikipédia]
Uma introdução curta, mas para um leigo logo surge a dúvida: &#8220;O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=753&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>OSINT, sigla para </em><em>Open source intelligence, é o termo usado, principalmente em inglês, para descrever a <a title="Inteligência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia">inteligência</a>, no sentido de informações, como em <a title="Serviço de inteligência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servi%C3%A7o_de_intelig%C3%AAncia">serviço de inteligência</a>, obtida através dados disponíveis para o público em geral, como jornais, revistas científicas e emissões de TV. </em>[<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OSINT">Wikipédia</a>]</p></blockquote>
<p>Uma introdução curta, mas para um leigo logo surge a dúvida: &#8220;<em>O que é inteligência?</em>&#8220;. Este pequeno artigo tem a intenção de introduzir o conceito de inteligência e de OSINT de uma maneira leve e didática para pessoas que não possuam experiência na área.</p>
<h3><span id="more-753"></span>Informações, dados e inteligência</h3>
<p>Como a citação acima demonstra, esta inteligência não é o seu intelecto, embora necessite dele para existir. A inteligência, na verdade, é o resultado do trabalho em cima de <em>informações</em>. Pode ser comparada com <em>conhecimento</em>, porém<em> </em>possui um<em> valor prático</em>.</p>
<p>Informações são a matéria-prima da atividade de inteligência. Elas são normalmente chamadas por outros nomes quando possuem certas características, como por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Dados</strong> são objetos diretos da observação que, como foram recém-extraídos, não são tão versáteis, porém posuem <em>precisão</em> e <em>especificidade</em>. Exemplos seriam a data de nascimento de uma pessoa ou sua idade. Embora sozinhos não tenham muito efeito, quando reunidos e <em>analisados</em> tornam-se uma fonte vital de inteligência;</li>
<li><strong>Fatos</strong> são informações <em>verificadas</em>, nas quais se pode confiar, e portanto possuem um valor especial. Nem sempre são tão corretos quanto se imaginava, o que resulta em muitos erros se não sofrerem o preparo o adequado, como a verificação por várias fontes.</li>
</ul>
<p>A inteligência não existe só como algo alheio a pessoas comuns. No momento em que um motorista ouve no rádio que o caminho que desejava pegar está congestionado e decide mudar sua rota, está <em>produzindo</em> e <em>utilizando</em> inteligência. Este tipo de ato é extremamente valorizado em organizações de todos os tipos, como governos, instituições e empresas, pois é extremamente útil  como auxiliar em planejamentos e decisões.</p>
<p>A chamada &#8220;Era da Informação&#8221; se baseia de fato de que o foco é na manipulação de informações, o que não deixa de ser uma <em>atividade de inteligência</em>. Embora seja efetuada naturalmente, a <em>produção</em> de inteligência torna-se a cada ano mais uma habilidade a ser treinada e cuidada. Seus métodos são codificados, organizados, cientificizados, lecionados, tudo isto de maneira muitíssimo mais aberta e pública do que antes da World Wide Web, porém os tempos modernos também trouxeram uma abundância de informações disponíveis que ressalta uma área específica desta atividade: a <em>OSINT</em>.</p>
<h3>OSINT</h3>
<p>Uma tradução para o termo seria <em>inteligência de fontes livres ou abertas</em>, que mantém a idéia do termo original: inteligência produzida com base em informações de acesso público. Isto surge principalmente da idéia de que cada comunicação, quando relacionada a outras durante um certo período de tempo, pode ser utilizada para revelar mais conteúdo do que originalmente planejado.</p>
<p>Como a <em>OSINT</em> não depende de muitos recursos raros ou proibidos, mas possui um potencial razoavelmente alto; possui, mesmo quando foca em <em>assuntos militares</em>, uma alta quantidade de material produzido em comparação com outros tipos de inteligência. James Woolsey, Diretor da CIA de 1993 até 1995, estimou que 80% das informações confidenciais já podem ser deduzidas com base exclusivamente em fontes abertas.</p>
<p>Uma visão comum na população é que a <em>OSINT</em> é falha desde o princípio, pois não se pode confiar na maior parte das fontes públicas, como jornais, emissores de televisão ou sites na Web. Isso só torna mais aparente a necessidade do chamado <em>pensamento crítico</em> no tratamento de informações, ainda mais com a quantidade alta de possíveis fontes.</p>
<p>George Kennan comentou uma vez:</p>
<blockquote><p><em>Eu diria que algo em torno de 95% do que nós precisamos saber poderia muito bem ser obtido por um estudo cuidadoso e competente de fontes perfeitamente legítimas de informação abertas e disponíveis para nós nas ricas bibliotecas e arquivos deste país. Boa parte do resto, se não pudesse ser encontrada aqui (e existe muito pouco que não poderia) poderia facilmente ser descoberta de maneira não-secreta em fontes similares em outros países.</em></p></blockquote>
<p>Outra vantagem muitíssimo repetida é no fato de a <em>OSINT</em> ser apresentável. Quando algum pensamento é fundamentado em informações que não podem ser reveladas, é muito mais complicado justificá-lo perante os outros ou até mesmo expô-lo, um problema inexistente quando todas as fontes já são livres.</p>
<p>Porém, a elaboração de OSINT não deixa de ser uma atitude controversa: Em alguns lugares é possível censurar os resultados, por mais que estejam disponíveis para qualquer um com o tempo e a disposição necessários, o que torna estes esforços fúteis.</p>
<p>A <em>inteligência de fontes livres ou abertas</em> tem adquirido cada vez mais destaque com a produção independente por entusiastas, como visível em blogs como o <a title="Information Dissemination" href="http://informationdissemination.blogspot.com/" target="_blank"><em>Information Dissemination</em></a>, onde o Raymond Pritchett, oficialmente um consultor de Tecnologia de Informação, escreve sobre o seu <em>hobby</em>: história e estratégia naval. Esta produção independente possui uma qualidade profissional e ressalta o caráter duradouro e importante da <em>OSINT</em> na coleta e produção de inteligência.</p>
<p>Bibliografia:<br />
“Exploiting Open Source Information—Abundance, Value, and Intelligence Community Credibility”, Dr. Davis Bobrow.<br />
&#8220;Information Operations: Putting the &#8220;I&#8221; Back Into DIME&#8221;, Mr. Robert D. Steele.</p>
<br />Publicado emGuerras, inteligência, Jake Dust, Sociedade Tagged: CIA, int, intel, intelligence, open source, OSINT <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/753/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/753/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/753/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/753/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/753/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/753/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=753&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Wargaming &#8211; Inventando novos jogos de guerra</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 20:50:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[(Um retorno, agora em terras relativamente mais européias.)
Alguns dias atrás peguei meu novo brinquedo para adultos, o Harpoon 4.1 &#8211; High Tide, um wargame naval fantástico e muito famoso em seu meio, que é inegavelmente limitado. Uma curta descrição do jogo, feita pelo Almirante Sir John Woodward, é &#8220;&#8230; Harpoon 4 permite um gosto surpreendentemente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=733&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Um retorno, agora em terras relativamente mais européias.)</p>
<p>Alguns dias atrás peguei meu novo brinquedo para adultos, o <em>Harpoon 4.1 &#8211; High Tide</em>, um wargame naval fantástico e muito famoso em seu meio, que é inegavelmente limitado. Uma curta descrição do jogo, feita pelo Almirante Sir John Woodward, é &#8220;&#8230; Harpoon 4 permite um gosto surpreendentemente realista de comando marítimo em guerra &#8211; com a vantagem de que você não terá que nadar pela sua vida se cometer um erro.&#8221;.</p>
<p><span id="more-733"></span>Para os iniciantes, uma pequena descrição: <em>Wargames</em> (ou Jogos de Guerra, como são algumas vezes chamados em língua portuguesa) são simulações de atividades militares, normalmente baseadas em tabuleiros e mesas, e se parecem um pouco com jogos como <em>War</em> ou <em>Diplomacia</em>, mas com mais complexidade envolvida. Existem em todos os gostos: históricos, de pequena escala, de grande escala, com elementos de política, economia, diplomacia, entre outros.</p>
<p>O marco histórico na criação dos wargames é <em>Kriegsspiel</em>, inventado na década de 1820 por oficiais prussianos (um antigo Estado germânico que depois deu origem ao Império Alemão) e que recebe fama por ter ajudado em vitórias estratégicas memoráveis, como a obtida na Guerra Franco-Prussiana. Muitos anos depois, eles obtêm seu auge comercial na década de 70, mas logo após decaem fortemente perto da concorrência de seus derivados, como o RPG. Com a chegada dos computadores pessoais populares, outro baque importante ocorre, uma vez que é muito mais fácil atrair pessoas com algo simples e bonito.</p>
<p>Com uma concorrência tão pesada assim, fica difícil acreditar que um meio tão arcaico e complexo exista até hoje, mas certos nichos nunca serão satisfeitos de outra forma se não o detalhismo e o sentimento de completamento. Para estes, eis Harpoon e sua beleza.</p>
<div id="attachment_735" class="wp-caption alignnone" style="width: 305px"><a href="http://tecbelico.files.wordpress.com/2008/11/dsc03028-1.jpg"><img class="size-full wp-image-735" title="Harpoon - Caixa" src="http://tecbelico.files.wordpress.com/2008/11/dsc03028-1.jpg?w=295&#038;h=320" alt="Harpoon - Caixa" width="295" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Harpoon - Caixa</p></div>
<div id="attachment_734" class="wp-caption alignnone" style="width: 330px"><a href="http://tecbelico.files.wordpress.com/2008/11/dsc03022-1.jpg"><img class="size-full wp-image-734" title="Harpoon - Livros" src="http://tecbelico.files.wordpress.com/2008/11/dsc03022-1.jpg?w=320&#038;h=161" alt="Harpoon - Livros" width="320" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Harpoon - Livros</p></div>
<p>Saído de uma caixa bonita, seu aspecto se impõe facilmente no ambiente: livros e cartelas de marcadores, de uma forma organizada e bem-fabricada. Ainda há os quatro dados, dois de seis faces e dois de dez, utilizados pelo jogo, um extra bem-vindo, principalmente quando colocamos em questão o custo alto. Claramente não-infantil em nossa visão moderna, mas apenas pela seriedade e dedicação necessárias. Como um dos nossos escritores pode comprovar, até um <em>jovem</em> de treze anos pode desfrutá-lo, se estiver motivado.</p>
<p>Em breve uma resenha mais precisa e um pequeno relatório de uso, assim que todos estiverem um pouco mais tranquilos e/ou de férias.</p>
<br />Publicado emBrasil, Geek stuff, Guerras, Jake Dust, Review Tagged: Brasil, guerra, Harpoon, kriegsspiel, wargames <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/733/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/733/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/733/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=733&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Harpoon - Livros</media:title>
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		<title>Revoluções nos Assuntos Militares</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 18:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>The Son of Nothing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek stuff]]></category>
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		<description><![CDATA[Bem, após algum tempo fora de ação, parece que o Far Beyond Sanity está de volta. Considerando-se o presente estado dos autores, imagino que os posts serão escassos por algum tempo, mas depois as coisas devem voltar ao ritmo de outrora. E, para celebrar a ressureição desta zona, escreverei um pouco sobre Revoluções nos Assuntos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=721&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, após algum tempo fora de ação, parece que o Far Beyond Sanity está de volta. Considerando-se o presente estado dos autores, imagino que os posts serão escassos por algum tempo, mas depois as coisas devem voltar ao ritmo de outrora. E, para celebrar a ressureição desta zona, escreverei um pouco sobre Revoluções nos Assuntos Militares.</p>
<p>Criado pelos soviéticos, cujo estudo da “ciência militar” é muito mais rígido e formalista do que a tradição americano-européia, a idéia da existência de tais revoluções – ao contrário de muito da produção sobre assuntos militares do antigo Bloco Oriental – chegou ao Ocidente, onde encontrou tanto defensores como opositores.</p>
<p><span id="more-721"></span></p>
<p>O conceito de Revolução nos Assuntos Militares afirma a existência de avanços tecnológicos que alteram o meio militar de uma forma drástica, alterando a forma e a natureza dos conflitos; por sua vez, isso torna necessária a reorganização das forças armadas para se adaptar ao novo contexto.</p>
<p>Ao longo da História, uma série de avanços tecnológicos podem ser interpretados como Revoluções nos Assuntos Militares, pelo impacto que tiveram na forma como a guerra passou a ser conduzida. John Keegan, em <em>Uma História da Guerra, </em>dá o exemplo (mas sem usar o termo) da introdução da carruagem, que alterou drasticamente a forma de guerra na região do Crescente Fértil no segundo milênio antes de Cristo.</p>
<p>Um exemplo mais recente é a <em>blitzkrieg</em>, que, nos dias iniciais da Segunda Guerra, chocou o mundo com a velocidade vertiginosa de avanço da <em>Wehrmacht</em> contra a Polônia e a França. A combinação de tecnologias de comunicação (o rádio), carros de combate e apoio aéreo cerrado representou uma ruptura definitiva com o impasse das linhas de frente visto na Primeira Guerra Mundial, transformando a forma do combate em terra de forma tão drástica quanto os porta-aviões alteraram a guerra no mar.</p>
<p>O exemplo da Guerra-Relâmpago também é útil por mostrar alguns dos problemas da visão tecnicista do conceito original soviético. As tecnologias que tornaram o Exército alemão a máquina de guerra mais temida do mundo já existiam há algum tempo. Já na década de 20 o uso militar do rádio deixou de ser viável apenas em navios. O uso de aeronaves em guerra data da Primeira Guerra Mundial, e já estava bem consolidado quando da Guerra Civil Espanhola. E a pujança das unidades blindadas já havia sido demonstrada na Batalha de Khalkhin Gol, em que os tanques de Zhukov derrotaram algumas das melhores forças do exército japonês.</p>
<p>Com isso, torna-se evidente que não basta o surgimento de novas tecnologias, por mais revolucionárias que sejam, para ocorrer uma Revolução nos Assuntos Militares. De fato, não é necessário sequer um <em>breakthrough</em> tecnológico para transformar significativamente o panorama militar. O exemplo mais imediato da última afirmação é a Revolução Francesa.</p>
<p>Mesmo que as guerras da Revolução e as Guerras Napoleônicas tenham sido lutadas basicamente com os mesmos equipamentos utilizados durante o século XVIII, a ruptura com o que veio antes foi tão grande que foram necessários autores do nível de <a href="http://tecbelico.wordpress.com/2008/06/23/jomini-e-a-historia-militar/">Jomini</a> e <a href="http://tecbelico.wordpress.com/2008/07/11/uma-visao-racional-da-guerra-a-abordagem-de-clausewitz/">Clausewitz</a> para preencher o vazio conceitual de uma classe militar forçada a encarar uma série de mudanças de vulto. Primeiramente, temos a incorporação plena da Artilharia, a arma de origem de Bonaparte, ao exército; antes, ela era tida como um instrumento covarde pelos nobres que constituiam o oficialato dos exércitos europeus, e usada esporadicamente para sítios e outras formas de combate.</p>
<p>Porém, a transformação de maior impacto gerada pela Era Napoleônica no meio militar foi a difusão da conscrição, que já foi assunto de <a href="http://tecbelico.wordpress.com/2007/08/16/servico-militar-obrigatorio-uma-historia/">um dos meus primeiros posts.</a> Enquanto antes os exércitos, na maior parte dos casos, eram relativamente pequenos e com tempos longos de serviço para aqueles que eram forçados – ou optavam por – a se alistar, o período napoleônico e pós-napoleônico (isto é, até as Guerras Mundiais) testemunhou o surgimento da Nação em Armas, já que a evolução nos transportes, o nacionalismo e a adoção de sistemas de reservas permitiam a um país tornar cada homem um soldado, o que, segundo Keegan, foi um dos fatores responsáveis pela carnificina da Guerra para Acabar com Todas as Guerras.</p>
<p>Essas e uma série de outras objeções possíveis ao conceito de Revoluções nos Assuntos Militares fazem com que muitos estudiosos (inclusive os citados na bibliografia – exceto, talvez, por Keegan) acabem questionando a própria existência dessas revoluções. Porém, o conceito é forte dentro das forças armadas americanas, além de ter sido incorporado à doutrina militar chinesa. Talvez seja precipitado afirmar que as revoluções não existam, mas é certo que tal conceito deve ser pensado e melhor estudado, não se pautando em visões puramente tecnocêntricas como a apresentada originalmente por Ogarkov quando da proposição original da idéia.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Bibliografia:</span></p>
<p>-Domício Proença Jr. <em>et al.</em>, <em>Guia de Estudos de Estratégia</em>, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.</p>
<p>-John Keegan, <em>Uma História da Guerra</em>, São Paulo: Companhia das Letras: 2006</p>
<p>-Zhivan J. Alach, <em>Slowing Military Change, </em>Carlisle: U.S. Army War College, 2008.</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:85bd946c-e051-42a3-9b25-40c9f8a21c73" class="wlWriterEditableSmartContent" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">Technorati Tags: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Estrat%c3%a9gia">Estratégia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Revolu%c3%a7%c3%a3o+nos+Assuntos+Militares">Revolução nos Assuntos Militares</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/John+Keegan">John Keegan</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Guerra">Guerra</a></div>
<br />Publicado emGeek stuff, Guerras, Tecnologia, The Son of Nothing  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/721/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/721/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/721/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=721&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Uma visão racional da Guerra: A abordagem de Clausewitz</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 16:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>The Son of Nothing</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Há algum tempo, tratei sobre a modelagem jominiana da guerra, uma primeira tentativa de descrever esta por meio de princípios universais. O trabalho de Jomini nesse sentido iniciou-se já em 1804, o que lhe rendeu a atenção do Marechal Ney e mesmo do próprio Bonaparte. No entanto, antes que sua magnum opus, o Précis de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=318&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo, tratei sobre a <a href="http://tecbelico.wordpress.com/2008/06/23/jomini-e-a-historia-militar/">modelagem jominiana da guerra</a>, uma primeira tentativa de descrever esta por meio de princípios universais. O trabalho de Jomini nesse sentido iniciou-se já em 1804, o que lhe rendeu a atenção do Marechal Ney e mesmo do próprio Bonaparte. No entanto, antes que sua <em>magnum opus,</em> o <em>Précis de l&#8217;Art de la Guerre</em>, fosse publicada, surgiu uma outra teoria da guerra, que, ao contrário da visão conciliadora de Jomini, era vastamente diferente do senso formado. Seu autor era o general prussiano Carl von Clausewitz.</p>
<p><span id="more-318"></span></p>
<p>Clausewitz nasceu em 1780 e entrou para a vida militar aos doze anos, tendo servido em um dos regimentos prussianos tão bem descritos por John Keegan em seu livro <em>Uma História da Guerra. </em>Ainda jovem, acompanhou os exércitos prussianos em sua invasão à França, quando teve o primeiro contato com o fervor em combate dos revolucionários. Aos 21 anos, entrou para a <em>Kriegsakademie</em>, a escola militar de Berlim, onde estudou Kant e foi pupilo do general Scharnhorst, futuro chefe de estado-maior do exército da Prússia.</p>
<p>Durante a desastrosa campanha que levou à derrota dupla de Jena-Auerstedt, Clausewitz foi feito prisioneiro dos franceses. Libertado, tomou parte na reconstrução da Prússia após a Guerra da Quarta Coalizão, mas quando Napoleão declarou guerra à Rússia &#8211; forçando uma Prússia submissa a fazer o mesmo -, Carl von Clausewitz se juntou à Legião Russo-Germânica, testemunhando a primeira grande derrota dos exércitos napoleônicos. Enquanto esteve sob o serviço do Czar, ajudou a negociar a formação de uma aliança entre Prússia, Reino Unido e Rússia; tal coalizão levou à derrota de Bonaparte e posterior exílio.</p>
<p>Depois das Guerras Napoleônicas, Clausewitz foi promovido a Major-General e nomeado diretor da <em>Kriegsakademie, </em>que chefiou até 1830; um de seus alunos nesse período foi Helmut von Moltke, lendário comandante responsável pela vitória na Guerra Franco-Prussiana. No período entre 1818 e 1830, começou suas reflexões sobre a guerra, interrompidas em 1831 por sua morte em meio a uma epidemia de cólera. Seu livro, <em>Vom Kriege</em>, foi publicado postumamente por sua esposa.</p>
<p>Tal lançamento sem uma revisão final por parte do autor fez com que surgissem muitas interpretações diferentes do autor. Ao mesmo tempo, Jomini e seus muitos discípulos tentaram conciliar as teses de Clausewitz com seus próprios princípios e máximas, o que levou a uma interpretação superficial. Ao rotularem a obra de Clausewitz como uma &#8220;filosofia da guerra&#8221; enquanto os derivados jominianos seriam &#8220;teóricos&#8221;, garantiu-se que a obra do general prussiano só teria suas conseqüências plenamente apreciadas no meio do século XX, com o surgimento do conceito da MAD (Destruição Mútua Assegurada).</p>
<p>A diferença de termos, apesar de oriunda de uma tentativa de negar o valor prático da teoria clausewitziana, expressa o quão distantes são as abordagens. Jomini tentou, através de uma análise histórica, resumir os princípios militares então vigentes em uma série de máximas suficientemente vagas para não serem desmentidas por qualquer mudança mas ainda assim úteis. Clausewitz, um homem do Iluminismo inspirado por filósofos como Kant, adotou uma abordagem dialética para explicar o que é a guerra.</p>
<p>De um lado, ele define a guerra como uma ferramenta política, gerando a célebre frase &#8220;A guerra é uma continuação da política por outros meios&#8221; (que, no original, dizia &#8220;com a entremistura de outros meios&#8221;). A antítese dessa idéia é a visão de que a guerra é puramente um duelo entre duas vontades &#8211; uma &#8220;luta-livre&#8221;, para uma analogia mais apropriada. Ao analisar ambas as idéias, chega-se a síntese que constitui um dos principais pontos da abordagem de Clausewitz: a guerra nunca é ilimitada, sendo sempre restrita por objetivos políticos e outros; no entanto, o nível de comprometimento é fator que influencia na vitória ou derrota do conflito.</p>
<p>O objetivo em uma guerra seria desarmar o oponente, ou seja, destruir efetivamente a capacidade do oponente de guerrear. Aí é que entra o comprometimento em uma guerra. Quanto mais determinado o inimigo, mais difícil é de removê-lo do conflito. Isso fica visível na análise que Domício Proença Júnior <em>et al. </em>fizeram em seu <em>Guia de Estudos Estratégicos</em> sobre a guerrilha. Tomemos o exemplo da Guerra do Vietnã. É inegável que os Estados Unidos dispunham de maior capacidade militar que o NVA e o Vietcong, mesmo que tomemos apenas a fração dos recursos militares estadunidenses efetivamente comprometidos com a <em>proxy war</em>. No entanto, por estarem lutando apenas por razões políticas e influenciados pelas informações e listas de mortos transmitidas pela mídia, estavam dispostos a arriscar bem menos em um conflito do que seus inimigos, que, além de lutarem em seu próprio território, combatiam por um ideal.</p>
<p>Uma vez que ainda não finalizei a leitura de <em>Da Guerra</em>, prefiro não continuar com uma análise mais profunda da teoria clausewitziana, para não ficar apenas discutindo sobre a interpretação que o autor X ou Y tem da obra de Clausewitz. Muitos, como os autores do <em>Guia de Estudos Estratégicos</em>, defendem que a teoria construída sobre os alicerces do <em>Vom Kriege</em> ainda é plenamente válida nos dias de hoje e consegue explicar mesmo as mudanças sofridas ultimamente pelo cenário militar. Outros, como John Keegan, defendem que ela é ou incompleta ou não mais válida.</p>
<p>Um dos principais pontos alegados sobre a suposta incompletude da obra de Clausewitz estaria no fato de que ela é permeada demais pelo modo ocidental de guerrear. Realmente, na cultura ocidental, a guerra subordina-se aos interesses políticos, assim como a religião também se curva perante estes. Mas isso não é sempre válido. Tomemos o exemplo do Japão, em que as formas culturais, muito mais do que as necessidades políticas, modelaram a forma de guerrear. O xogunato Tokugawa, logo após vencer as terríveis guerras civis no século XVI, conseguiu fazer com que o uso de armas de fogo no Japão fosse efetivamente eliminado até a chegada do Comodoro Perry, já na década de 1850. Ao fazê-lo, Tokugawa Ieyasu deu uma sobrevida de três séculos aos samurais e ao modo de vida já institucionalizado, coisa que não aconteceu na Europa.</p>
<p>Para outros, a teoria de Clausewitz se tornou ultrapassada com o início da Guerra Fria. As superpotências da segunda metade do século XX atingiram aquilo que é o objetivo supremo de um Estado clausewitziano: destruir uma imagem especular de si mesmo. Com o advento das armas nucleares, elevava-se o preço de uma guerra de tal modo que apenas formas limitadas de combate seriam possíveis sem a destruição do mundo. Isso não torna a teoria de todo descartável, uma vez que, como visto, ela ainda consegue explicar fenômeos como o terrorismo, mas mostra que Clausewitz não mais é suficiente para explicar a atual forma da guerra.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tecbelico.wordpress.com/318/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tecbelico.wordpress.com/318/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/318/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/318/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/318/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=318&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Por que Napoleão perdeu? Parte 2</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 00:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>The Son of Nothing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns escritores defendem que Napoleão nunca conseguiria se manter no poder, mesmo que houvesse vencido naquele campo belga que marcou o fim de uma época. Por mais que a história não seja uma ciência especulativa, isto é um post de blog, então posso afirmar que talvez ele conseguisse se manter no poder, mas precisaria de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=244&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns escritores defendem que Napoleão nunca conseguiria se manter no poder, mesmo que houvesse vencido naquele campo belga que marcou o fim de uma época. Por mais que a história não seja uma ciência especulativa, isto é um post de blog, então posso afirmar que talvez ele conseguisse se manter no poder, mas precisaria de vitórias tão épicas quanto as que criaram a sua fama.</p>
<p>Triunfos de tal porte, apesar de difíceis, ainda eram possíveis. Por mais que Napoleão e seus marechais &#8211; especialmente o indeciso Grouchy e o bravo Ney &#8211; estivessem longe de seu ápice, muitos dos mais hábeis dentre eles inclusive estando mortos (como Masséna e Poniatowski), e Davout, possivelmente o melhor de todos, estivesse em Paris gerenciando o esforço de guerra, ainda assim o lado francês estava melhor comandado que seus oponentes.</p>
<p><em>Sir </em>Arthur Wellesley, o lendário Duque de Wellington, era um comandante muito capaz, como demonstrado na Índia e na Guerra Peninsular. Os prussianos de Blücher melhoraram muito desde seu pífio desempenho na Guerra da Quarta Coalizão &#8211; apesar de ainda estarem muito distantes dos tempos áureos de Frederico, o Grande. Mas nenhum deles era páreo para <em>le petit Caporal</em>.</p>
<p>Não existe &#8220;se&#8221; em história. Mas é difícil não pensar no que teria acontecido se Napoleão conseguisse separar seus oponentes, enfrentá-los em termos ditados por ele. Mesmo na batalha de Waterloo, o que teria acontecido se Blücher não houvesse chegado? As destroçadas tropas anglo-holandesas de Wellington teriam conseguido manter sua posição?</p>
<p>Veremos no post final da série.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tecbelico.wordpress.com/244/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tecbelico.wordpress.com/244/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/244/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/244/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/244/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=244&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Por que Napoleão perdeu? Parte um</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 01:52:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como futuro representante do Reino de Portugal no Congresso de Viena, tenho pesquisado e refletido sobre a Era napoleônica, ou seja, os cerca de vinte anos em que o destino do continente europeu foi moldado pela vontade de um audacioso corso. Então, para roubar o título do Murilo de único autor que termina séries, decidi [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=242&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como futuro representante do Reino de Portugal no Congresso de Viena, tenho pesquisado e refletido sobre a Era napoleônica, ou seja, os cerca de vinte anos em que o destino do continente europeu foi moldado pela vontade de um audacioso corso. Então, para roubar o título do Murilo de único autor que termina séries, decidi escrever um pouco.</p>
<p>Inúmeros filmes, teses acadêmicas e livros &#8211; tanto de ficção como não-ficção &#8211; foram dedicados ao impacto de Napoleão na história. Gênio militar, legislador, as facetas de Bonaparte são extensas demais para serem abordadas em qualquer texto ou obra.</p>
<p>Meus objetivos, no entanto, são bem menos ambiciosos. Quero apenas abordar um pouco o seu retorno ao poder, encerrado na lendária Batalha de Waterloo. Diversas teses foram formuladas sobre o quase milagroso regresso e a campanha militar que se seguiu.</p>
<p><span id="more-242"></span></p>
<p>Após a Batalha das Nações, o maior embate militar até a Primeira , os exércitos franceses estavam derrotados, incapazes de impedir o avanço da Sexta Coalizão. Mesmo que Napoleão tenha montado uma nova força militar e a liderado de forma magistral durante a Campanha dos Seis Dias, ele foi derrotado e exilado na ilha de Elba.</p>
<p>O cárcere não durou muito tempo. Após alguns meses, o Imperador retornou à França continental e, com o apoio de suas antigas tropas e de vários de seus marechais, expulsou o rei Luís XVIII, governante da recém-restaurada dinastia de Bourbon.</p>
<p>Quando retornou ao poder, no período marcado pela história como <em>les Cent Jours</em>, Bonaparte encontrou uma situação complicada. O exército francês havia se reduzido a duzentos mil homens, parte deles guarnecendo as fronteiras. E, unidos contra as forças napoleônicas, os aliados da Sétima Coalizão dispunham de mais de meio milhão de soldados.</p>
<p>No entanto, a maior parte dessas forças havia sido desmobilizada, enquanto o Congresso de Viena decidia os rumos da Europa; apenas as forças anglo-holandesas e as prussianas estavam suficientemente próximas. Ciente disso, Napoleão decidiu enfrentar cada exército separadamente, para derrotar seus oponentes antes que estes se juntassem em um exército grande demais.</p>
<p>Por mais que eu goste do assunto, não tratarei da campanha militar em si, das batalhas de Ligny, Quatre-Bras, Waterloo e Ligny; os detalhes podem ser encontrados em qualquer livro bom sobre o tema. Focar-me-ei na análise dos motivos que provocaram a derrocada final de Napoleão.</p>
<p>(Continua&#8230;dessa vez é sério)</p>
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		<title>E a nossa história não ficará pelo avesso</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 09:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jake Dust</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Doze de Janeiro de 1077
Uma surpresa bem-vinda foi a guerra entre o Emirado de Badajoz e o Emirado de Toledo, porém, não estávamos em situação para aproveitá-la, visto que o tratado de paz pós-Évora ainda estava em efeito. Nada que um ataque a um dos pequenos vassalos não resolvesse e trouxesse mais outra grande expansão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=223&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Doze de Janeiro de 1077<em></p>
<p>Uma surpresa bem-vinda foi a guerra entre o Emirado de Badajoz e o Emirado de Toledo, porém, não estávamos em situação para aproveitá-la, visto que o tratado de paz pós-Évora ainda estava em efeito. Nada que um ataque a um dos pequenos vassalos não resolvesse e trouxesse mais outra grande expansão ao Grande Ducado do Porto, embora desta vez não conseguimos fazer uma guerra tão rápida e barata como planejávamos. Com um exército mobilizado de cerca de quatro milhares, rapidamente invadimos e tomamos Alcácer do Sal, depois auxiliamos a tomada de Lisboa pelo Emirado de Toledo, o que considero um erro, uma vez que estes já estão mais fortes do que o Reino de Castela e Leão. Mas isto corrigiremos no tempo certo, isto é, quando o Valoroso Nuno for coroado Rei de Portugal e tiver a liberdade para se expandir com poder contra os bérberes.</em><span id="more-223"></span><br />
<em>Porém, os nobres se tornam cada vez mais inoportunos, querendo direito de suceder meu grande soberano! Nobres! Porém, meu lorde é paciente, não destrói estes traidores imediatamente. Apenas aguarda preparado para rechaçar qualquer movimento em falso.</p>
<p></em>Quinze de Fevereiro de 1077<em></p>
<p>Como esperado! Quando vamos terminar o serviço em Mértola, o maldito conde de Coimbra se levanta e contrata uma legião estrangeira para auxiliar na guerra. Mal sabe como tratamos traidores nestas terras, ele será o exemplo de como funciona o Glorioso Emergente Reino de Portugal.</p>
<p></em>Dez-e-sete de Setembro de 1078<em></p>
<p>Vitório dupla! Francisco de Coimbra, o traidor, foi exilado para algum lugar desconhecido, enquanto o Emir de Badajoz, hem, desapareceu misteriosamente durante o cerco. O Emergente Reino de Portugal já está preparado para receber do Papa sua aceitação, assim que os tributos correspondentes forem recebidos e enviados. Com a alta idade do Valoroso Nuno, não espero mais muitas batalhas em breve, por isso me aposentei do cargo de marechal, mesmo jovem. Agora minha missão é levar a Palavra aos infiéis recém-conquistados, com o meu cargo de Bispo da Diocese. Daqui a algum tempo, vou pedir para assumir o cargo de Príncipe-Bispo de Coimbra, ocupando o vácuo criado pelo maldito.<br />
Se minhas mensagens parárem por algum tempo, significa que minha ocupação deixou de ser interessante para você, o que me levará a passar este fardo para algum outro membro da corte.</em></p>
<p>Pelas mãos de Fernando Pires, Bispo da Diocese do Emergente Reino de Portugal.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tecbelico.wordpress.com/223/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tecbelico.wordpress.com/223/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/223/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/223/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/223/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=223&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Norte ou Sul, Morte ou Rum.</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 09:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jake Dust</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vinte-e-nove de Outubro de 1073
Tédio! Não há palavra melhor para descrever o sentimento de um marechal durante longos tempos de paz e reconstrução, onde ainda há uma dívida que impede a verdadeira expansão, correta, militar, sobre infiéis. Entretanto, vários fatos de cunho político-militar fora de meu alcance ocorreram, como a incorporação em Cinco de Fevereiro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=221&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte-e-nove de Outubro de 1073</p>
<p><em>Tédio! Não há palavra melhor para descrever o sentimento de um marechal durante longos tempos de paz e reconstrução, onde ainda há uma dívida que impede a verdadeira expansão, correta, militar, sobre infiéis. Entretanto, vários fatos de cunho político-militar fora de meu alcance ocorreram, como a incorporação em Cinco de Fevereiro do Ducado de Galiza ao Reino de Leão e Castela (após um cerco de cerca de sete meses) e outro expansão de outro Sancho, desta vez o II, rei de Navarra, que invadiu e depôs seu homônimo do Reino de Aragão, em mais movimento de centralização dentro da Ibéria, que agora pertence a quatro cristãos: Nuno de Portugal, Sanchos I e II e Jaume de Barcelona, uma pobre criança de cinco anos de idade, com altas chances de sofrer um &#8220;acidente&#8221;, visto que seu pai adotivo é o próximo na linha sucessória.<br />
Talvez isso fortaleça a ilha contra os que vem do sul, talvez estejamos decretando o fim da cristandade.<br />
Parece que vejo fogo; escrevo de um torneio local, e Garcia Jimenez acaba de soltar os mais secretos insultos publicamente contra meu soberano! Uma guerra agora? Só o futuro sabe, só o futuro sabe.</em></p>
<p>Oito de Agosto de 1074</p>
<p><em>Avaliei muitíssimo mal o Grande Nuno. Ao invés de ser um herege e invadir seu vizinho do norte, ele traçou um rápido plano de ataque à Évora, extremamente bem-sucedido, como pode-se ver, conquista total do objetivo em menos de um ano. Um grupamento de quase cinco milhares mobilizou em tempo fantástico, tomando a província rapidamente e negociando a paz com o Emir responsável, que, de fato, é um dos piores comandantes militares da região. Momentos antes de a paz ser assinada, um exército de Badajoz se aproximava, com tamanho superior ao nosso, mas graças à proeza militar de nosso líder, intimidamos de um modo tão grande os malditos que nem pensaram duas vezes ao se render em superioridade numérica.<br />
Formaremos o Glorioso Reino Portucalense sobre as carcaças bérberes, temos a Fé como guia na vanguarda da Reconquista! Viva o Valoroso Duque Nuno de Portugal!<br />
Uma consequência triste da invasão, no entanto, foi a cegueira de Brás, porém seu talento militar não diminuiu grandemente, sendo um estrategista ainda memorável, como provou durante o cerco. Rezo para que consiga um filho homem ainda, entretanto, para carregar o grandioso legado familiar.</em></p>
<p>Das vitoriosas mãos de Fernando Pires, marechal do Grande Ducado do Porto.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tecbelico.wordpress.com/221/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tecbelico.wordpress.com/221/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/221/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=221&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Às Astúrias, o esquecimento.</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jake Dust</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo extrato das Epístolas de Fernando Pires, até vinte-e-dois de agosto de 1071, da Reconquista às Guerras Espanholas.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=219&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte-e-dois de Agosto de 1069</p>
<p><em>É triste ver que nestas terras não há paz mesmo entre os bons seguidores da fé cristã. Enquanto escrevo estas notícias, assisto no horizonte um confronto entre irmãos, Sancho, rei de Castela, e Alfonso, rei de Leão, com o adicional de mouros espalhando o caos e o sangue.</em><span id="more-219"></span><em> E assim ocorre a unificação forçada, com o fratricídio impune, com os pecados sendo ignorados e os infiéis poupados por uma mera mostra de poder: Poder que talvez seja incapaz de no futuro proteger a terra e a dignidade ibérica.<br />
Ouvi dizer que agora os espanhóis estão sendo governados por três Sanchos:<br />
</em></p>
<ul>
<li><em>Sancho Jimenez I, O Fratricida, rei de Leão e Castela;</em></li>
<li><em>Sancho Jimenez II, O Tolo, rei de Navarra;</em></li>
<li><em>Sancho Jimenez III, O Falso, rei de Aragão.</em></li>
</ul>
<p><em>Porém, isso está distante da verdade: O Reino de Aragão foi reduzido à Jaca, terreno montanhoso e pobre, enquanto o duque de Barcelona lida com o Emirado de Saragoça sozinho. Será que a Reconquista um dia terá fim? Se não nos mexermos, talvez nunca! Vou propor ao duque uma invasão à Zaragosa, só Deus sabe quais serão os resultados.</p>
<p></em>Vinte-e-dois de Agosto de 1071</p>
<p><em>Dois anos depois de minha última carta e os pecados ainda afloram. Desta vez, Sancho I, cansado de esperar seu irmão Garcia morrer para herdar o ducado da Galiza, tomou outra vez a rota violenta. Ainda espero pelo cruel desfecho que virá.<br />
Meus conselhos ao grande Nuno foram funcionaram, agora temos três territórios a mais, Calatayud, Lérida e Almansa, além de termos ajudado para acabar com o Emirado de Saragoça e termos tomado Almansa do poderoso emir de Maiorca. Meus próximos objetivos serão tomar Lisboa, Évora e Alcácer do Sal, todas do Emirado de Badajoz. Precisamos focar numa expansão ao sul, o mais rápido possível, pois adquirir mais territórios distantes só faz um mal para o nosso grandioso ducado.<br />
Em decorrência da longa campanha, nossos cofres estão mais vazios do que nunca, com uma grande dívida, que, se permanecermos em paz, só poderemos liquidar em três anos.<br />
Vou tentar enviar tropas para proteger os galegos, embora lutar contra Leão seja suicídio certo. A esposa de Brás está aterrorizada, não consegue nem avisar para suas duas filhas da maldade que se passa a norte. É nesta que terra que realmente quero viver?</em></p>
<p>Pelas tristes mãos de Fernando Pires, marechal do Ducado de Porto.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/tecbelico.wordpress.com/219/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/tecbelico.wordpress.com/219/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tecbelico.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tecbelico.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tecbelico.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tecbelico.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tecbelico.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tecbelico.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tecbelico.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tecbelico.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tecbelico.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tecbelico.wordpress.com/219/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tecbelico.wordpress.com&blog=1357097&post=219&subd=tecbelico&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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