Para continuar na mesma

Mais momentos de Legião Urbana, desta vez Há Tempos. Ouçam a música, serei preguiçoso e não colocarei links nem para a música nem para a letra.

Como mais um caso de poema que não consigo evitar a prosa, aí vai a aberração. (posts introspectivos costumam gerar mais dores de cabeça com amigos do que posts políticos, mas só isso mesmo ;D)

Memórias sem registros, memórias que não realmente existiram, apenas ilusões longas (mesmo?) momentâneas. Uma chance aproveitada, o fim de uma epopéia de quase duas palavras, o último laço cortado, agora é só esperar a gravidade fazer sua digníssima ocupação. Adeus a todos, espero encontrá-los daqui em 2011.

Sim, esta também é minha despedida oficial neste blog, e mesmo assim creio que não ficará muito tempo no ar, afinal, não existo mais como pessoa independente. Saudações cordiais a todos que ainda por ventura me encontrem, enquanto isto, estarei finalizando meu projeto de vida. Bem-vindo de volta à casa, Abakumov.

Perdões a todos, obrigado pelos peixes, não sintam minha falta.

Epílogo: Осень, я давно с тобою не был.
Trad.: Outono, passei um longo tempo sem estar contigo.

Update: Obrigado tovarisch por lembrar-me de um texto tão bom e triste.
“Have you ever been in love? Horrible isn’t it? It makes you so vulnerable. It opens your chest and it opens up your heart and it means that someone can get inside you and mess you up. You build up all these defenses, you build up a whole suit of armor, so that nothing can hurt you, then one stupid person, no different from any other stupid person, wanders into your stupid life…You give them a piece of you. They didn’t ask for it. They did something dumb one day, like kiss you or smile at you, and then your life isn’t your own anymore. Love takes hostages. It gets inside you. It eats you out and leaves you crying in the darkness, so simple a phrase like ‘maybe we should be just friends’ turns into a glass splinter working its way into your heart. It hurts. Not just in the imagination. Not just in the mind. It’s a soul-hurt, a real gets-inside-you-and-rips-you-apart pain. I hate love.” -Neil Gaiman

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